Crítica | Sicário: Dia do Soldado

Crítica | Sicário: Dia do Soldado

Na sua sequência, os personagens de Josh Brolin e Benicio Del Toro estão unidos em prol de criar uma falsa guerra de tráfico entre dois grandes cartéis, que estariam colaborando com jihandistas para sua entrada nos EUA pela fronteira Mexicana. Desde o início do filme o clima é pesado, tanto com personagens protagonistas quanto os demais, muito bem caracterizados.

A história não é de forma alguma repetitiva ao comparada com o primeiro longa metragem, trazendo uma nova temática construída ao longo do filme e deixando um final aberto a uma nova continuação – e então percebemos a progressão de um personagem secundário que progrediria para esta possível sequência futura.

Temos diversas percepções embutidas na história, e duas em especial trouxeram mais comoção: a filha de um traficante ao ser sequestrada e um jovem entrando para o mundo do tráfico e enfrentando coisas como a morte muito cedo.

Sicário: Dia do Soldado é a continuação do filme bem criticado de Denis Villeneuve, porém com a direção de Stefano Sollima, e tendo a sua percepção e aprofundamento completamente alterado por este fato.

 

O filme tem sua estréia 28/06/2018.

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